Moinho Picador de 200cv para Produção de Cavacos de Madeira: Eficiência e Qualidade
Se você busca um equipamento robusto e confiável para produzir cavacos de madeira, o Moinho Picador de 200cv é a solução ideal. Desenvolvido para atender às necessidades de pequenas e médias indústrias, esse picador oferece alta capacidade de produção e facilidade de operação.
Principais Características do Moinho Picador de 200cv:
Capacidade de Produção: Até 30 toneladas de cavacos por hora.
Esteira de Entrada: Equipada com uma esteira tipo redler, que alimenta o material de forma contínua e uniforme.
Esteira de Saída: A esteira de saída também é do tipo redler, garantindo o transporte eficiente dos cavacos para o próximo estágio de processamento.
Sistema de Corte: O sistema de corte com facas afiadas garante cavacos uniformes e de tamanho consistente.
Durabilidade e Manutenção: Construído com materiais de alta resistência, o moinho exige pouca manutenção e tem longa vida útil.
Benefícios do Moinho Picador de 200cv:
Eficiência Energética: Com um motor de 200cv, o moinho otimiza o uso de energia, reduzindo os custos operacionais.
Versatilidade: Além de cavacos de madeira, o moinho pode processar outros materiais, como cascas e resíduos de biomassa.
Qualidade dos Cavacos: Os cavacos produzidos são ideais para uso em caldeiras, fornos e outros sistemas de combustão.
Segurança: O moinho possui dispositivos de segurança para proteger os operadores durante o processo.
Assistência Técnica: Conte com o suporte técnico da equipe da Pelet para instalação, treinamento e manutenção.
Com o Moinho Picador de 200cv, sua produção de cavacos de madeira será eficiente, econômica e de alta qualidade. Invista na sua indústria com a Pelet! Para mais informações e para adquirir o seu equipamento, visite o site oficial da Pelet.
Obs.: Operação sujeita ao pagamento do Difal-ICMS por conta do Destinatário.
Diâmetro das Toras para Picagem: Igual ou menor 300mm.
Frete FOB (caixa cobrado a parte)
APRESENTAÇÃO EM VÍDEO:
APRESENTAÇÃO DO MOINHO PICADOR DE 200CV- INSTITUCIONAL
Processo de Picagem de Moinhos para Produção de Cavacos de Madeira
O processo de picagem de moinhos para produção de cavacos de madeira é fundamental na indústria madeireira e de biomassa. Vamos entender como funciona:
Matéria-Prima:
O processo começa com a seleção da matéria-prima, geralmente toras de árvores como eucalipto, pinus ou acácia-negra.
Essas toras são colhidas de florestas destinadas ao mercado madeireiro e de reflorestamento.
Picagem:
As toras são alimentadas em um equipamento chamado picador.
O picador utiliza facas ou martelos para triturar as toras em pequenos pedaços, conhecidos como cavacos.
A granulometria dos cavacos pode variar entre 5 a 50 mm.
Tipos de Cavacos:
Existem três tipos principais de cavacos:
Tipo I: Feito a partir da trituração de galhos, folhas, cascas e até árvores inteiras. Possui alta umidade e é usado como combustível em caldeiras industriais.
Tipo II: Originado do processo de serralharia da madeira, usando pedaços pequenos, lascas e costaneiras. Tem menor umidade e é usado em caldeiras menores.
Tipo III: Formado pelo corte direto da madeira das árvores. Possui baixa umidade e é usado em caldeiras de edifícios residenciais e comerciais.
Vantagens do Uso de Cavacos de Madeira:
Armazenamento Fácil: Os cavacos podem ser armazenados em silos ou pilhas ao ar livre.
Economia Financeira: O cavaco tem valor bruto menor que outros combustíveis para caldeiras.
Sustentabilidade: Utiliza reaproveitamento de matéria natural.
Em resumo, o processo de picagem transforma toras em cavacos, que são valiosos para geração de energia, produção de papel, móveis e outros produtos industriais. A eficiência desse processo contribui para a competitividade da indústria madeireira.
Para realizar a cotaçao entre em contato pelo whatsapp 014 996875005 ou contato@pelet.com.br
MODELO NOME TÉCNICO: RGS 75CV/ RGS-100CV / RGS-15OCV
COMPRIMENTO DO PELETE: AJUSTÁVEL
PRODUÇÃO: 600KG HORA ATÉ 1300 KG HORA EM MATERIAL FIBROSO SECO (MADEIRA DE PINUS).
MATRIZ: 6MM (MODELOS COM DIAMETROS DIFERENTES SOLICITAR DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO FINAL)
TENSÃO: 220V / 380V / 440 – TRIFÁSICO
POTÊNCIA: 75CV / 100CV / 150CV
DIMENSÕES APROXIMADAS: 90X180XH120CM
PESO: 1.800 KG / 2200 KG / 2900 KG
FUNÇÃO:
PROCESSO PRODUTIVO DE FABRICAÇÃO DE RAÇÃO PELETIZADA PARA DIVERSOS TIPOS DE ANIMAIS E MADEIRA DE PINUS; EUCALIPTOS E OUTRAS MADEIRAS. (DEMAIS TIPOS DE FIBRAS DEVE DEVENSOLVER O PRODUTO FINAL E REAVALIAR A CAPACIDADE DE PRODUÇÃO).
APLICAÇÕES E INDICAÇÃO:
AS PELETIZADORAS DE RAÇÃO OU SIMPLESMENTE PELETIZADORAS SÃO INDICADAS PARA INDÚSTRIAS; SÍTIOS; CHÁCARAS; PESQUEIROS; PRODUTORES RURAIS; PISCICULTORES; AQUICULTURA; LABORATÓRIOS DE TESTE; PRODUTORES DE ANIMAIS; COELHOS; GRANJAS; CAVALOS; EQUINOS; ETC … É A SOLUÇÃO PARA AGRICULTURA PEQUENA, MÉDIA E GRANDE; FABRICANTES DE BIOMASSA E BIOCOMBUSTÍVEIS; ÓLEOS; CITROS; ISCAS PESTICIDAS; ADUBO ORGÂNICO; CAMA AVIARIA EM FIM… EXISTE UMA INFINIDADE DE SEGUIMENTOS QUE PODE SER APLICADA ESSE PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE PELET.
DIFERENCIAL:
SOMENTE NOSSAS PELETIZADORAS TEM A VERSATILIDADE, QUE UM ÚNICO EQUIPAMENTO POSSA ENGLOBAR DIVERSOS SEGUIMENTOS, ENTRE BIOMASSA E BIOCOMBUSTÍVEIS; ISSO COMPROVAMOS EM DIVERSOS TESTES REALIZADOS POR NOSSAS MAQUINAS E COMPROVANDO A EFICACIA JUNTOS A CLIENTES. TUDO ISSO É ALCANÇADO POR UMA EMPRESA QUE APRESENTA O “KNOW-HOW” APLICADOS NA PRATICA COM A MATÉRIA-PRIMA QUE SERÃO UTILIZADAS “IN LOCO”.
NOSSOS EQUIPAMENTOS SÃO DESENVOLVIDO POR CONCEITOS DE FLUIDES DE MATERIAIS E UNIDADE FORÇA DOS EQUIPAMENTOS DE PRESSÃO, APLICANDO A REENGENHARIA EM EQUIPAMENTOS EXISTENTES E REAPLICANDO O CONCEITO NA MELHORIA CONTINUA DOS PROCESSOS. ASSIM DESENVOLVEMOS MAQUINAS COM ALTA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA COM FLUIDES NO PROCESSO PRODUTIVO IMPAR NO MERCADO DE PRODUÇÃO DE PELETES.
MELHOR CUSTO BENEFÍCIO:
A BUSCA CONTÍNUA DE MELHORES PROCESSOS NA FORMAÇÃO DE PELETES; AQUISIÇÃO DE MENORES CUSTO COM EQUIPAMENTOS; CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS COMPACTOS E EFICIENTES; FÁBRICA SEM ESTOQUES. EM FIM, NOSSA VIVENCIA EM “DOWNSIZE” COM REDUÇÃO DE PESSOAL; PROJETOS SIMPLIFICADOS E REDUÇÃO DE CUSTOS COM MATERIAIS, FABRICAMOS PELETIZADORAS COM OS MELHORES PREÇOS DO MERCADO COM DIMENSIONAMENTO CONFORME A NECESSIDADE E APLICABILIDADE REQUERIDOS E GARANTIA.
Obs.: Operação sujeita ao pagamento do Difal-ICMS por conta do Destinatário.
PARA RECEBER UMA COTAÇÃO E SABER FORMAS DE COMO ADQUIRIR SUA MÁQUINA, ENVIE UMA MSG POR WHATSAPP ATRAVÉS DO BOTÃO AO LADO: OU SALVE EM SEU APARECELHO CELULAR O NÚMERO 014 99687-5005.
MANUAL DE PROCESSAMENTO DE BIOMASSAS FIBROSAS EM PELLET (PELET PELETE)
PELET DE PINUS A ESQUERDA E PELET DE EUCALIPTO A DIREITA
(COMO PRODUZIR SERRAGENS EM PELETS)
PRO. 2020
O QUE É PELETE DE MADEIRA:
OS PELETES DE MADEIRAS SÃO AGLOMERADOS DE SERRAGEM EM FORMATOS DE BASTÃO CILÍNDRICOS DE 6MM DE DIÂMETROS E COMPRIMENTOS VARIADOS ENTRE 5MM ATÉ 40MM.
O QUE FORMA O PELETE DE MADEIRA:
PARA A CONFORMAÇÃO DO PELETE DE MADEIRA É EXTREMAMENTE NECESSÁRIO TER UMA QUANTIDADE MÍNIMA DE LIGNINA PARA PODER CONFORMAR A SERRAGEM NOVAMENTE EM UM AGLOMERADO (PELETE/PELET/PELOTA/PELLET). A LIGNINA É A SUBSTÂNCIA RESPONSÁVEL PARA AGLOMERAÇÃO DO PÓ DE SERRAGEM EM UMA PELOTA DE PELETE. MADEIRAS QUE POSSUEM BAIXA QUANTIDADE DESSA SUBSTANCIA É NECESSÁRIO ADICIONAR AGLUTINANTES PARA AJUDAR NA CONFORMAÇÃO DO PELET DE MADEIRA.
BIOQUÍMICA
Polímero orgânico complexo que une as fibras celulósicas, aumentando a rigidez da parede celular vegetal, constituindo, juntamente com a celulose, a maior parte da madeira das árvores e arbustos; lenhina, lenhose.
COMO REALIZAR A PRODUÇÃO DE PELET DE MADEIRA:
MOAGEM DO MATERIAL (TRANSFORMAR EM SERRAGEM) – MOINHO DE MARTELO
CONTROLAR A UMIDADE – SECADOR
DOSAGEM DO MATERIAL – TRANSPORTADORAS
PELETIZAÇÃO – PELETIZADORA
RESFRIAMENTO – RESFRIADOR
COMO PREPARAR A SERRAGEM DE MADEIRA PARA PELETIZAÇÃO:
PARA CONFORMAÇÃO DO PELET DEVE AJUSTAR AS SEGUINTES VARIÁVEIS NA SERRAGEM DE MADEIRA:
– AQUECIMENTO;
– UMIDADE;
– GRANULOMETRIA
– DOSAGEM.
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– AQUECIMENTO:
O aquecimento do cabeçote da peletizadora é um fator primordial para a formação do pelet de serragem. A estabilização do aquecimento do cabeço peletizador se dará após 40 minutos de produção contínua, chegando em sua capacidade produtiva ao máximo após esse período. Para explorar a capacidade produçãoda peletizadora o operador ajustará a velocidade de dosagem do material no cabeçote peletizador através da rosca transportadora ou esteira dosadora.
O aquecimento com a umidade e a compressão, ativa a lignina da serragem formando o pelet. Mas, o superaquecimento da área de cabeçote peletizador, pode queimar ou gerar fuligens de carvão na matéria prima do pelet, essa situação ocorre devido as seguintes situações:
-Por falta de escoamento da serragem pela matriz, o rolo compactador forçará o moinho peletizador sem parar o motor, causando consequentemente superaquecimento do cabeçote e nos conjuntos de rolos e matriz, com isso, poderá iniciar chamas de combustão e pegar fogo na serragem dentro do cabeçote peletizador.
Tomada de ação: ao perceber superaquecimento na serragem dentro do cabeçote peletizadora, deverá parar a máquina imediatamente, limpar o cabeçote, limpar a matriz com uma broca de 1mm menor que os furos da matriz, ou seja, broca de 5mm e recomeçar nova dosagem de material.
-A falta de fluidez da serragem, poderá danificar o cabeçote ou matriz devido o superaquecimento por essa razão a parada da máquina deve ser IMEDIATA.
Tomada de ação: Deverá parar a máquina de imediato ao perceber a falta de fluidez e saída da serragem, limpar o cabeçote, limpar a matriz com uma broca de 1mm menor que os furos da matriz (broca de 5mm) e recomeçar nova dosagem de material
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– UMIDADE:
NECESSÁRIO A RESPEITAR A UMIDADE PARA CADA TIPO DE SERRAGEM TEM A UMIDADE IDEAL PARA ATIVAÇÃO DA LIGNINA PARA O CONTÍNUO PROCESSAMENTO E FORMAÇÃO DA PELOTA DE PELET E EM ALGUNS SITUAÇÕES É NECESSÁRIO ADICIONAR ALGUM AGLUTINADOR NA QUAL VEREMOS ABAIXO. A NÃO OBSERVAÇÃO DA UMIDADE NO PROCESSAMENTO DA SERRAGEM CAUSA O ESCOAMENTO LIVRE (SAÍDA DE PÓ) OU TRAVAMENTO DA SERRAGEM (BLOQUEIO DO FUROS DA MATRIZ) SEM GERAR A PELOTA DE PELET.
PARA FORMAR A PELOTA DE PELET É NECESSÁRIO PERMANECER A UMIDADE FIXA (SEM VARIAÇÕES) CONFORME O TIPO, ESPÉCIE E ANO DA MADEIRA.
VAMOS TRATAR NESSE ETAPA COMO TRABALHAR COM A UMIDADE DA SERRAGEM PARA FORMAR A PELOTA DE PELET.
UMIDADE PARA A FORMAÇÃO DE PELET DE MADEIRA CONFORME O TIPO DA SERRAGEM:
A FLORA E A FAUNA BRASILEIRA POSSUEM DIVERSAS TIPOS DE MADEIRAS, ALGUMAS DELAS CONSEGUIMOS CATALOGAR PARA FORNECER A INFORMAÇÃO DE COMO PRODUZIR O PELET, SEGUE ABAIXO:
– EUCALIPTO: ADIÇÃO OU REDUÇÃO DE UMIDADE ENTRE 7% – 9% DE UMIDADE
OBS.: O EUCALIPTO POSSUI MAIS DE 730 ESPÉCIES RECONHECIDAS BOTANICAMENTE. POR ESSA RAZÃO PODE OCORRER AJUSTES NA UMIDADE E GRANULOMETRIA OU FALTA DE AGLUTINAÇÃO DEPENDENDO DA ESPÉCIE E ANO DE COLHEITA, POR ESSA RAZÃO PODERÁ TAMBÉM SER NECESSÁRIO A ADIÇÃO DE AGLUTINADORES.
– PINUS: ADIÇÃO OU REDUÇÃO DE UMIDADE ENTRE 12% – 14%
OBS. A MADEIRA DE PINUS POR SER MAIS FRÁGIL PARA COMPRESSÃO E MALEÁVEL, POSSUIR UM TEOR DE LIGANINA IDEAL PARA A COMPRESSÃO. É O MATERIAL MAIS UTILIZADO EM PELETIZAÇÃO DEVIDO SEU O PROCESSO SER MAIS PRODUTIVO, POREM, DEVE RESPEITAR TAMBÉM AS VARIEDADES E IDADE NO PROCESSAMENTO, PODENDO VARIAR AS MEDIDAS DESCRITAS ACIMA, TIPOS DE PINUS RECONHECIDOS: ELLIOTTII; PALUSTRIS; KESIYA; CARIBAEA; SYLVESTRIS; PINASTER.
– MADEIRA DE LEI BIOMA AMAZÔNICO: ADIÇÃO OU REDUÇÃO DE UMIDADE ENTRE 0 – 5%
OBS.: NO DESENVOLVIMENTO DESSE PRODUTO FOI ADICIONADO UM PROPORÇÃO MÍNIMA DE ATÉ 5% DE UM DOS MATERIAIS ABAIXO:
RESÍDUO DE CALCÁRIO (CAULIM) MATERIAL INERTE PARA RAÇÃO ANIMAL;
MATERIAL UTILIZADO CALCÍTICO PARA LAVOURA OU HORTAS;
AMIDO DE MILHO OU FARINHA DE MILHO.
Observações:
Todas as biomassas de madeiras são passiveis de transformação em pelotas, devem respeitar o clima da região, pois a umidade relativa do ar pode modificar a umidade do material, sendo necessária análise contínua para não ocorrer a variação de produtividade das máquinas ou até mesmo a paradas de processos produtivos.
O Aquecimento do equipamento deve se estabilizar em até 40minutos após o início da produção. Poderá ser ajustada a umidade do material para respeitar a umidade de ativação da lignina da madeira para manter a produção de pelotas. A umidade também colabora para a estabilização da temperatura no cabeço peletizador, por essa ração em algumas serragens deve-se elevar a umidade em até 3% para refrigeração do cabeçote peletizador (matriz, rolos, eixos).
COMO REDUZIR A UMIDADE DA SERRAGEM:
A FORMA PRIMÁRIA DE REDUZIR A UMIDADE DA SERRAGEM É A LUZ SOLAR, ESTE MÉTODO É INEFICIENTE DEVIDO O TEMPO PARA REDUÇÃO QUE PODERÁ VARIAR CONFORME A UMIDADE INICIAL DA SERRAGEM A SER SECA. FORMAS MECANIZADAS PARA REDUÇÃO DA UMIDADE DA SERRAGEM DE MADEIRA SÃO SECADORES ROTATIVOS E SECADORES TUBULARES.
COMO ADICIONAR A UMIDADE NA SERRAGEM:
QUANDO OS SISTEMAS DE SECAGEM MECANIZADOS NÃO POSSUEM UM CONTROLE DE SECAGEM DA SERRAGEM, É POSSÍVEL APÓS A SECAGEM TOTAL DO MATERIAL NO SECADOR ROTATIVO OU NO SECADOR TUBULAR, ADICIONAR UMIDADE NA SERRAGEM DAS SEGUINTES FORMAS:
PRIMEIRO: DOSAGEM POR ASPERSÃO; GOTEJAMENTO OU FIO D’AGUA NA ENTRADA DE MATERIAL NO CABEÇOTE PELETIZADOR (FORMA ECONÔMICA, PRÁTICA, EFICIENTE E VIÁVEL). COMO PROCEDER: COLOCAR UM ASPERSOR DE PULVERIZADOR EM UMA MANGUEIRA (MANGUEIRA DE JARDIM); 1. ROSCAR A MANGUEIRA NA TORNEIRA; 2. FIXAR A MANGUEIRA NA ROSCA ROSADORA OU NA ENTRADA DO CABEÇOTE PELETIZADOR. 3. ABRIR A ÁGUA NA TORNEIRA; 4. DEIXAR A AGUA CAIR SOBRE A SERRAGEM DOSADAMENTE EM POUCA QUANTIDADE. (O CABEÇOTE DA PELETIZADORA ATRAVÉS ROLOS COMPACTADORES REALIZARÁ A MISTURA DA AGUA NA SERRAGEM); 5. REALIZAR A AJUSTAGEM DO FLUXO DE AGUA NA TORNEIRA. 6. INICIAR A MAQUINA PELETIZADORA E A ROSCA TRANSPORTADORA.
OBS.: NÃO PODE ENCHARCAR DE AGUA A SERRAGEM SOMENTE DOSAR O SUFICIENTE PARA ATIVAR A LIGNINA (AGUA MAIS A COMPACTAÇÃO E O AQUECIMENTO DA SERRAGEM PELO CABEÇOTE DA PELETIZADORA GERAM A CONFORMAÇÃO DOS PELETES).
SEGUNDO: ADICIONAR AGUA NO PRÉ-CONDICIONADOR (FORMA ELETRÔNICA, EFICIENTE, NÃO ECONÔMICA DEVE TER O INVESTIMENTO NO SISTEMA) COMO PROCEDER: SOLICITAR O MANUAL DE OPERAÇÃO DO EQUIPAMENTO.
TERCEIRO: MISTURADOR RIBON BLENDER (FORMA BAIXA EFICIÊNCIA, NÃO ECONÔMICA DEVE TER O INVESTIMENTO NO EQUIPAMENTO) COMO PROCEDER: SOLICITAR O MANUAL DE OPERAÇÃO DO EQUIPAMENTO.
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– GRANULOMETRIA
A peletizadora é um moinho compressor de biomassas de serragens com a finalidade de gerar pelotas compactadas denominadas (PELETE/PELET/PELOTA/PELLET). Qualquer processamento produtivo que não corresponde em simplesmente comprimir a biomassa de serragem causará uma dificuldade para o processamento, desviando da sua atividade principal (forma pelota de pelete). Por essa razão, preparar a biomassa de serragem é fundamental para não dificultar o processamento da biomassa e permitir a maquina peletizadora chegar em sua capacidade máxima de geração de pelotas de pellets. Mas para isso, devemos deixar a biomassa de serragem totalmente preparada para a peletizadora.
A utilização de pequenos cavacos ou maravalhas grossas de madeira não são materiais apropriados para o processamento em máquinas peletizadoras. Apesar de possuir motor de alto torque e a peletizadora ser resistente o suficiente para triturar e moer os pequenos cavacos e maravalhas, a destinação da peletizador não é para este fim. Assim, utilizando esse tipo de granulometria causara danos irreparáveis na peletizadora; redução na produção; paradas de produção ou até travamentos repentinos na máquina peletizadora. Sabendo desses prejuízos devido ao mau uso do equipamento, o correto é utilizar um Moinho de Martelos refinador para deixar a granulometria do material totalmente em pó (serragem). Após a moagem da madeira, preparar o material na sua umidade ideal e enviar dosadamente na peletizadora.
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– DOSAGEM
O processo produtivo de conformação da pelota esta também basedo na dosagem contínua do material no cabeçote peletizador. Devemos compreender que a compressão da biomassa através da força perimétrica dos rolos e a fluidez sobre os furos da matriz, deve respeitar a contínua fluidez e tempo definido pela peletizadora. A fluidez do material é limitada ao nível de dureza da serragem e da restrição nos furos da matriz. Ao preencher todos os furos da matriz a compressão estará no limite para gerar o pelete, assim, em cada passagem do rolo compressor sobre o material, chegara no limite de fluidez. Por essa razão, o material a ser peletizado (serragem) deve ser dosada sobre o cabeçote peletizador.
O excesso de material sobre o conjunto de rolos pode ocorrer duas situações:
Embuchamento do furos da matriz: o embuchamento do material sobre a matriz ocorre quando o excesso de material não consegue fluir através dos furos da matriz. Como proceder: fazer a parada imediata da máquina e furar dos os furos da mátriz com borca 1mm menor do que o furo, broca de 5mm.
Calço de travamento: o exagero na dosagem em materiais de alta resistência e dureza como a serragem, pode causar uma pelota logo abaixo do rolo e travar a máquina peletizadora. Como proceder: 1. Se o disjuntor do quadro elétrico não desligar o motor apertar IMEDIATAMENTE o botão de amarelo de segurança; 2. Fazer a limpeza dos calços de serragens abaixo dos rolos; 3. Soltar o conjunto de rolos retirando a pressão sobre a matriz; 4. Retirar o excesso de material; 5. Religar a máquina para limpar a matriz; 6. Reapertar o conjunto de rolos respeitando o material abaixo dos rolos para poder dar o start na máquina sem elevar a amperagem da rede elétrica; 7. Desligar e reapertar o conjunto de rolos até chegar sobre a matriz e limpar por completo o material encrostado sobre a matriz; 8. Por fim reiniciar o processo de produção dosadamente respeitando os limites de amperagem do motor principal da peletizadora.
Devido ao grande bioma na fauna e flora brasileira haverá sempre atualizações, ajustes e melhorias continuas no processo de peletização para geração de pelets. Este manual é um guia com informações práticas para nortear o fabricante na formação do pelet de serragem de madeira, nos ajude a sempre melhorar com mais informações e experiências através do e-mail contato@pelet.com.br
O processo de pelotização de madeiras são necessários diversas máquinas e equipamentos: Clique nas palavras abaixo para conhecer as categorias de diversas máquinas do seguimento de peletização, entre elas estão as máquinas destinadas para peletização de madeiras.
obs.: as máquinas da linha de produção devem ser indicadas por um consultor da empresa PELET para melhor objetivo e assertividade produtiva.
O processo de pelotização de madeiras requer uma série de máquinas e equipamentos essenciais, e a Pelet é a empresa ideal para fornecer tudo o que você precisa. Com anos de experiência e uma reputação sólida no mercado, a Pelet se destaca pela qualidade e eficiência de seus produtos.
FINALIDADE DE CADA MÁQUINA PARA PRODUÇÃO DO PELETES DE MADEIRA:
Moinho Triturador: Essencial para a trituração inicial da madeira;
Moinho de Martelos Refinador: Refinar a madeira triturada;
Secador: Garantir que a madeira esteja na umidade ideal para a pelotização;
Peletizadora de Madeira: Modelos variando de 30CV até 360CV, adaptáveis às necessidades de produção desejada. Exemplos: 30cv produção media mes 30.000 kilos; 75cv produção média mês 75.000 kilos; 150cv produção média mes 150.000 kilos;
Mesa de Classificação/Resfriamento e Seleção de Pelet: Garante a qualidade e uniformidade dos peletes.
Resfriador de Torre ou Resfriador Contra-Fluxo: Redução da temperatura dos Peletes.
Esteira de Resfriamento; Silo Resfriador e Ensacadeira de Envase: Para o armazenamento, resfriamento e embalagem eficiente dos pellets.
Avaliação da Capacidade Produtiva:
A capacidade produtiva deve ser avaliada conforme a demanda semanal de produção, capacidade energética, disponibilidade de materiais para processamento e demanda do mercado regional. Para iniciar a fabricação de pelets de madeira, você pode começar com máquinas Peletizadoras de 10CV, com capacidade de até 1 tonelada de madeira por semana produzida em pelet. À medida que sua produção cresce, você pode optar por máquinas mais robustas, como o modelo Roraima Plus 2 de 40CV, ou até máquinas de 75CV, 150CV ou superiores em modelos de peletizadoras “ring die” ou “flat die”.
Considerações Fiscais:
Para transações fora do estado de São Paulo, é obrigatório o recolhimento da Guia/Difal na emissão da Nota Fiscal para o envio das máquinas e equipamentos.
Entre em Contato:
Não perca tempo! Entre em contato conosco agora mesmo para obter uma cotação personalizada e descobrir como a Pelet pode transformar sua produção de pellets de madeira. Envie um e-mail para contato@pelet.com.br ou fale conosco pelo WhatsApp 014 99687-5005
A Pelet está pronta para ajudar você a alcançar novos patamares de eficiência e qualidade na produção de pellets de madeira!
DESENVOLVENDO OS PELETES DE MADEIRA DE PINUS NA EMPRESA DO NOSSO PARCEIRO. HUMIDADE IDEAL 12% CAPACIDADE DE PRODUÇÃO ATÉ 750KG HORA.
FÁBRICA DE SERRAGEM DE MADEIRA DE PINUS 40 A 180 TONELADAS MÊS DE PELET
DADOS TÉCNICOS:
PELETIZADORA RGS 75 CV
MODELO: RGS-75HP
COMPRIMENTO DO PELETE: AJUSTÁVEL
PRODUÇÃO: ATÉ 750 KG HORA SEM VAPOR
MATRIZ: 2MM 4MM 6MM 8MM ATÉ 16MM
TENSÃO: 220V / 380V – TRIFASICO
POTÊNCIA: 75HP
DIMENSÕES: 90X180XH120CM
PESO: 1.300 KG
FUNÇÃO:
PROCESSO PRODUTIVO DE FABRICAÇÃO DE RAÇÃO PELETIZADA PARA DIVERSOS TIPOS DE ANIMAIS E MADEIRA DE PINUS E EUCALIPTOS.
APLICAÇÕES E INDICAÇÃO:
AS PELETIZADORAS DE RAÇÃO OU SIMPLESMENTE PELETIZADORAS SÃO INDICADAS PARA INDUSTRIAS; SÍTIOS; CHÁCARAS; PESQUEIROS; PRODUTORES RURAIS; PISCICULTORES; AQUICULTURA; LABORATÓRIOS DE TESTE; PRODUTORES DE ANIMAIS; COELHOS; GRANJAS; CAVALOS; EQUINOS; GRANJA; ETC … É A SOLUÇÃO PARA AGRICULTURA PEQUENA, MÉDIA E GRANDE; FABRICANTES DE BIOMASSA E BIOCOMBUSTÍVEIS; ÓLEOS; CITROS; ISCAS PESTICIDAS; ADUBO ORGÂNICO; CAMA AVIARIA EM FIM… EXISTE UMA INFINIDADE DE SEGUIMENTOS QUE PODE SER APLICADA ESSE PROCESSO PRODUTIVO.
DIFERENCIAL:
SOMENTE NOSSAS PELETIZADORAS TEM A VERSATILIDADE, QUE UM ÚNICO EQUIPAMENTO POSSA ENGLOBAR DIVERSOS SEGUIMENTOS, ENTRE BIOMASSA E BIOCOMBUSTÍVEIS; ISSO COMPROVAMOS EM DIVERSOS TESTES REALIZADOS POR NOSSAS MAQUINAS E COMPROVANDO A EFICACIA JUNTOS A CLIENTES. TUDO ISSO É ALCANÇADO POR UMA EMPRESA QUE APRESENTA O “KNOW-HOW” APLICADOS NA PRATICA COM A MATÉRIA-PRIMA QUE SERÃO UTILIZADAS “IN LOCO”.
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MOINHO PARA MATERIAIS COM EXTREMAS DUREZAS COM PICADOR LATERAL PARA RIPAS DE MADEIRAS MOAGEM DE CASCALHOS, CAVACOS DE MADEIRAS, RETALHOS DE MADEIRAS, TACOS; COM CAPACIDADE DE ATÉ 1050 KG HORA.
ALTO NÍVEL DE MOAGEM E REFINO;
DUPLA CAMADA DE ENCLAUSURAMENTO DE MATERIAIS;
BARREIRA DE QUEBRA E FARELAMENTO DOS RESÍDUOS REMOVÍVEIS E AJUSTÁVEIS;
MARTELOS COM DUPLO ÁREA DE ALOJAMENTO;
PENEIRA REMOVÍVEL COM ALTA RESISTÊNCIA E DESENVOLVIDA COM MATERIAIS ESPECIAIS PARA DURABILIDADE E CONTÍNUO PROCESSO DE MOAGEM;
MOTOR TRIFÁSICO 220V/380V
RESISTÊNCIA DE MOAGEM DIVERSIFICADA PARA FINALIDADES DE NUTRIÇÃO ANIMAL E REFINO DE BIOMASSAS PARA UNIFORMIZAÇÃO PARA O PROCESSO DE PELETIZAÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEIS, GERANDO ENERGIA RENOVÁVEIS;
EXCETO A APLICAÇÃO EM QUARTZO E MATERIAIS COM ALTO TEOR DE SÍLICA E MINÉRIOS.
PRODUÇÃO ATÉ 4.500 KG HORA CONFORME A VARIAÇÃO DE UMIDADE DE DENSIDADE DOS MATERIAIS DA MOAGEM.
ALGUNS PRODUTOS: COCO BABAÇU; GARRAFAS PET; EUCALIPTO; PINUS; OSSOS; CASCALHOS; MILHOS; FERTILIZANTES; CARVÃO; ADUBOS PARA COMPOSTAGENS (SECOS); MATERIAIS COM BAIXA UMIDADE OU SECOS.
O MOINHO HÍBRIDO É DESTINADO A MADEIRAS E PODE SER CONSIDERADO O MODELO COM OPCIONAL DE PICAGEM LATERAL, CASO DESEJAR SEM O PICADOR LATERAL DE RIPAS, VOCE PODE UTILIZADO O MODELO MOINHO PLUS 30CV. CLIQUE AQUI NO LINK E CONHEÇA O MODELO MOINHO 30CV PLUS. https://www.pelet.com.br/moinho-30cv/
Máquina de elevado torque para processamento de materiais como cama de frango, pó de serra de pinos, resíduo de algodão, eucalipto, madeira de lei, blends de fibras e outros.
Dimensões:
Altura: 1,2 metros
Largura: 0,7 metros
Comprimento: 1,80 metros
Peso: Aproximadamente 811 kg
Produção:
Pó de Pinus: até 300 kg/hora
Ração: até 1000 kg/hora
Cama de Frango: 815 kg/hora
Farelo de Algodão: até 170 kg/hora
Observação: Operação sujeita ao pagamento do Difal-ICMS por conta do destinatário.
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